Primeiramente, tem-se que comentar que foi provado algo que já era sabido: escrever (em blogs, diários e afins) é terapeutico! Reafirmei essa idéia após uma notícia num dos nossos jornais dominicais e suas "super" reportagens daqueles encartes nada com nada e um pouco de tudo abordando o tema.
Por falar nisso, vou só abrir um parenteses: jornais, revistas e afins que nos chamam e prometem algo com suas manchetes e capas, e quando vc vai lá ler, nadica... ou uma frustração só. Um exeplo é a tal da revista Gloss (a mariana assina). O povo tem a cara de peroba de falar que a edição contém uma entrevista com (sei lá, vou chutar um, só pra exemplificar) Colin Farrel. Eis que vc vai lá sedenta e tem 3 ou 4 perguntas ridículas... e essa é a "super" entrevista. Fechando parenteses.
Pois bem, voltando ao assunto, reafirmei a tese da exteriorização ao ler essa reportagem e ao perceber que altas inquietações, perguntas, reflexões, ficam indo e voltando nessa minha mente con/perturbada e, por vezes (muitas ultimamente), ociosa, pelo simples fato de não verbalizar ou digitar. Ou seja, se não consta nos autos, não sai da mente! Tenho tido muitas idéias de posts, mas sempre ocorre algo que impede o relato.
Então, sobre a gentileza. Hoje fui fazer a matrícula da minha pós (a segunda tentativa, e esperamos que essa dê frutos ou inspiração). Normalmente, a gente já vai esperando ser maltratado, pegar aquela secretária bem grossa, não muito solícita e tal, mas não foi o que aconteceu. Sérgio, um rapaz deveras gentil me atendeu, explicou tudo com tranquilidade, sem pressa, um amor de pessoa. depois fui pagar no outro andar e mais gentileza. os seguranças tb foram todos sorridentes e solicitos. Gostei do ambiente.
Isso não deveria acontecer, né? Ficar tão feliz por pessoas terem sido gentis conosco. É a nossa "obrigação", é o mínimo que devemos fazer para viver em sociedade, conviver. Mas cada vez menos isso acontece. Tem gente que dá um olho pra poder dar uma patada em alguém.
Ser gentil, também desarma muitos ataques! Vai dizer que vc já não ligou pra alguma central de atendimento puta da vida, querendo xingar deus e o mundo, fazer ameaças de cancelar produto e foi atendido (pela primeira, e talvez, única vez) por uma pessoa simpática, solícita e gentil? Aí fica vc com cara de bobo no telefone, totalmente desarmado pq nãoo conseguiu extravazar o que tava entalado na garganta e tb criou a falsa idéia de que sempre vai ser bem atendido.
Gentileza é tão bom pra quem dá quanto pra quem recebe. E sinto que tb deve fazer bem pra pele (apesar que eu spu gentil e minha pele anda impossível).
sexta-feira, 20 de junho de 2008
sexta-feira, 2 de maio de 2008
E o vento levou...
É galera... e o vento levou mais uma semana... passou rápido (que frase de gente idosa, hein?)
Bom, muitas coisas aconteceram essa semana! Começando por segundona, dia 28 com o aniversário do Pinheirão! 53 anos de puro xamego! Dia tb que me despedi de meu Poizé, bege nevada... em substituição veio meu noco carro, agora sim é sa cor prata, que ainda permanece sem nome.
Poizé... tanta história, tantas festas, tantas batidas, tantos churrascos, tantos atolamentos, tantas bundas sentadas, tanta filantropia, tantas emoções... Mas tudo tem um fim, todos passam, até a uva passa, não é mesmo? Foi perfeito enquanto durou, mas tive que deixá-lo ir... renovar o patrimônio, segundo papai.
Pois bem, essa semana até que engatamos uma segunda na especialização! Tudo bem que a organização (ou falta dela) continua a mesma, mas pelo menos atendiemntos foram feitos. Mas acho que nunca me senti tão burra e despreparada pra algo. E tb uma certa pressão por levar o nome da PUC (mas isso fica pra outro post). Tudo bem que o trabalho que tive que executar é a prova de idiotas, como diria o Chef Gordon Ramsey, mas o problema é o que me aguada semana que vem... Mudança de setor, ou melhor, finalmente um setor, que segundo informações é o mais puxado de todos. Vamos ver... GRAAC me espera!
Essa semana, eu e meu grupo sofremos de "Cara-cudismo"... onde quer que a gente fosse atender, a gente só via o povo da fisio fazendo cara de cú pra gente, como se a culpa fosse nossa de existir um novo setor mandrake que todo mundo abomina! Diz o povo que não é nada pessoal, é só contra o setor, mas se nós somos o setor, então vira pessoal. O tal setor é "Fisio Motora" ou "neurologia". O que fazemos nele? Além de nada, a gente caça pacientes neurológicos pelo hospital que necessitem de fisioterapia motora, sendo que nossa preceptora nos deu ordem de não fazer nada respiratório! que tivemos que fazer, claro... Dá pra imaginar que nem deu rolo, né? Uma frase que resume o que foi essa semana veio da Lígia (uma das ovelhas desgarradas) que parodiou tereceiros com a seguinte "A Unifesp é um ninho de cobras!"... sorte que já tomei vacina de febre amarela (nossa! nada a ver, mas não me contive, hahaha). E como diria Sabrina Sato "É verrrdaaade".
Ah! E por falar em cara-cudismo ou nem tanto, quem eu encontrei no elevador essa semana? Uma das veteranas Graças! A mais graciosa de todas!! hahaha Tive que rir sozinha... Ela faz
Vale um destaque a Dona H (como sou uma profissional, ética, não vou revelar o nome da dona Helenice) que avaliei ontem (sim, trabalhei dia 1° de maio, hoje e esteri lá domingo!). A "menina", como chamo carinhosamente a senhora de 74 anos, tem Alzhaimer há anos, teve AVC há um tempo e tem mais umas 10 linhas de HD. Ela é hilária! pena que hoje ela não tava tão animada. Mas enfim... Vou parafrasear um dos nossos diálogos para tornar mais simples...
Eu- oi dona H! Eu sou a Maria Fernanda, da fisioterapia, tudo bem com a senhora?
H- Foi vc que me levou na gruta hoje? ( a grita é a capela)
eu- Não dona H, não foi não... (dona H faz uma cara de acelga) é a primeira vez que eu tô te vendo. Mas então dona H, o que a senhora tá fazendo aqui no hospital?
H- Eu vim me tratar...
Eu- Tratar o que?
H- Vixiii (e dá uma gargalhadinha), tudo que eu tenho!!
Eu- É, eu vi... mas tinha tanta linha pra ler que preferi perguntar pra senhora.
H- A gente vai passear?
Eu- vamos sim, mas antes tenho que te avaliar, tá?
H- Eu gosto de vc! (e sorri debilmente)
Eu- Eu tb gostei da senhora.
Foi assim que começou a nossa relação! hahahha Momento impagável foi no momento de avaliar os reflexos que ela chutava a perna quando batia no tendão patelar... demorei uns 10 minutos até ela conseguir entender que não era pra ela fazer de propósito.. Ou seja, os atendimentos são regados á "A senhora tá roubando", "A senhora tá tentando me enganar", "Não, mas eu não quero te enganar", "Eu gosto de vc (com o sorriso débil e viradinha de cabeça toda vez! e olha que essa é a frase mais repetida)", "meu médico vem me ver hoje" (e não foi ainda), "Vamo passear?" e "Fáácill" (ela ao responder o que acho do exercício). Figura a dona H.
Tirando a brisa que foi dona H, nesta semana um pensamento recorrente me atormentou: se vou/ia ou não continuar essa especialização. Tenho que dizer (e já disse pros mais próximos e/ou interessados) que não tô curtindo muito... Todos os dias que eu acodei, meu primeiro pensmaneto foi "Ai, não... não quero ir..." Que nem criança pra ir pra escola (se bem que eu sempre gostei de ir... mas digo no lugar comum mesmo, que criança não gosta de ir pra escola ou à escola-já que eu fui, tenho que utilizar corretamente as preposições).
Nunca me senti tão infeliz (bom,vcs sabem que já, mas esse é outro lugar comum... pra dar impacto a situação). Em diversos momentos ponderei os pós e contras de continuar essa especialização, não chegando a nenhuma conclusão.
Notem: não digo que estava triste, mas infeliz... Mas aquele sentimento de dar aperto no peito, sabe? pq eu poderia estar feliz, certo? Já que sou fisioterapeuta, fazendo o que eu gosto, numa instituição com nome e pedigree, contatos, rapazes bonitos, coisas a aprender. Aí outra pergunta me inquietou: será que não tô gostando da pós ou será que é da fisioterapia? Pergunta quiçá complexa, que eu ainda não consegui responder, mas que tá aqui, martelando na minha cabeça. Essa idéia vai ficar pra outro post tb, pq esse já tá bíblico (não de mote, mas de tamanho).
Bom, muitas coisas aconteceram essa semana! Começando por segundona, dia 28 com o aniversário do Pinheirão! 53 anos de puro xamego! Dia tb que me despedi de meu Poizé, bege nevada... em substituição veio meu noco carro, agora sim é sa cor prata, que ainda permanece sem nome.
Poizé... tanta história, tantas festas, tantas batidas, tantos churrascos, tantos atolamentos, tantas bundas sentadas, tanta filantropia, tantas emoções... Mas tudo tem um fim, todos passam, até a uva passa, não é mesmo? Foi perfeito enquanto durou, mas tive que deixá-lo ir... renovar o patrimônio, segundo papai.
Pois bem, essa semana até que engatamos uma segunda na especialização! Tudo bem que a organização (ou falta dela) continua a mesma, mas pelo menos atendiemntos foram feitos. Mas acho que nunca me senti tão burra e despreparada pra algo. E tb uma certa pressão por levar o nome da PUC (mas isso fica pra outro post). Tudo bem que o trabalho que tive que executar é a prova de idiotas, como diria o Chef Gordon Ramsey, mas o problema é o que me aguada semana que vem... Mudança de setor, ou melhor, finalmente um setor, que segundo informações é o mais puxado de todos. Vamos ver... GRAAC me espera!
Essa semana, eu e meu grupo sofremos de "Cara-cudismo"... onde quer que a gente fosse atender, a gente só via o povo da fisio fazendo cara de cú pra gente, como se a culpa fosse nossa de existir um novo setor mandrake que todo mundo abomina! Diz o povo que não é nada pessoal, é só contra o setor, mas se nós somos o setor, então vira pessoal. O tal setor é "Fisio Motora" ou "neurologia". O que fazemos nele? Além de nada, a gente caça pacientes neurológicos pelo hospital que necessitem de fisioterapia motora, sendo que nossa preceptora nos deu ordem de não fazer nada respiratório! que tivemos que fazer, claro... Dá pra imaginar que nem deu rolo, né? Uma frase que resume o que foi essa semana veio da Lígia (uma das ovelhas desgarradas) que parodiou tereceiros com a seguinte "A Unifesp é um ninho de cobras!"... sorte que já tomei vacina de febre amarela (nossa! nada a ver, mas não me contive, hahaha). E como diria Sabrina Sato "É verrrdaaade".
Ah! E por falar em cara-cudismo ou nem tanto, quem eu encontrei no elevador essa semana? Uma das veteranas Graças! A mais graciosa de todas!! hahaha Tive que rir sozinha... Ela faz
Vale um destaque a Dona H (como sou uma profissional, ética, não vou revelar o nome da dona Helenice) que avaliei ontem (sim, trabalhei dia 1° de maio, hoje e esteri lá domingo!). A "menina", como chamo carinhosamente a senhora de 74 anos, tem Alzhaimer há anos, teve AVC há um tempo e tem mais umas 10 linhas de HD. Ela é hilária! pena que hoje ela não tava tão animada. Mas enfim... Vou parafrasear um dos nossos diálogos para tornar mais simples...
Eu- oi dona H! Eu sou a Maria Fernanda, da fisioterapia, tudo bem com a senhora?
H- Foi vc que me levou na gruta hoje? ( a grita é a capela)
eu- Não dona H, não foi não... (dona H faz uma cara de acelga) é a primeira vez que eu tô te vendo. Mas então dona H, o que a senhora tá fazendo aqui no hospital?
H- Eu vim me tratar...
Eu- Tratar o que?
H- Vixiii (e dá uma gargalhadinha), tudo que eu tenho!!
Eu- É, eu vi... mas tinha tanta linha pra ler que preferi perguntar pra senhora.
H- A gente vai passear?
Eu- vamos sim, mas antes tenho que te avaliar, tá?
H- Eu gosto de vc! (e sorri debilmente)
Eu- Eu tb gostei da senhora.
Foi assim que começou a nossa relação! hahahha Momento impagável foi no momento de avaliar os reflexos que ela chutava a perna quando batia no tendão patelar... demorei uns 10 minutos até ela conseguir entender que não era pra ela fazer de propósito.. Ou seja, os atendimentos são regados á "A senhora tá roubando", "A senhora tá tentando me enganar", "Não, mas eu não quero te enganar", "Eu gosto de vc (com o sorriso débil e viradinha de cabeça toda vez! e olha que essa é a frase mais repetida)", "meu médico vem me ver hoje" (e não foi ainda), "Vamo passear?" e "Fáácill" (ela ao responder o que acho do exercício). Figura a dona H.
Tirando a brisa que foi dona H, nesta semana um pensamento recorrente me atormentou: se vou/ia ou não continuar essa especialização. Tenho que dizer (e já disse pros mais próximos e/ou interessados) que não tô curtindo muito... Todos os dias que eu acodei, meu primeiro pensmaneto foi "Ai, não... não quero ir..." Que nem criança pra ir pra escola (se bem que eu sempre gostei de ir... mas digo no lugar comum mesmo, que criança não gosta de ir pra escola ou à escola-já que eu fui, tenho que utilizar corretamente as preposições).
Nunca me senti tão infeliz (bom,vcs sabem que já, mas esse é outro lugar comum... pra dar impacto a situação). Em diversos momentos ponderei os pós e contras de continuar essa especialização, não chegando a nenhuma conclusão.
Notem: não digo que estava triste, mas infeliz... Mas aquele sentimento de dar aperto no peito, sabe? pq eu poderia estar feliz, certo? Já que sou fisioterapeuta, fazendo o que eu gosto, numa instituição com nome e pedigree, contatos, rapazes bonitos, coisas a aprender. Aí outra pergunta me inquietou: será que não tô gostando da pós ou será que é da fisioterapia? Pergunta quiçá complexa, que eu ainda não consegui responder, mas que tá aqui, martelando na minha cabeça. Essa idéia vai ficar pra outro post tb, pq esse já tá bíblico (não de mote, mas de tamanho).
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Ovelhas desgarradas ou trouxas desamparadas?
Pois bem, quem se lembra que essa semana seria ó início de uma nova fase de me vita? É... não foi bem assim... Bom, vou dar uma resumida, senão, já sabem, né? Vira uma bíblia.
Segunda, metrô deu uns migués, acabei chegando ao Hospital SP (lar da Unifesp, que até então prometia ser meu segundo lar durante esse ano, ou primeiro) exatos 8:04! Primeiro dia é sempre uma lenga-lenga sem tamanho e enrolação de praxe... A fulana que mostrou o hospital pra gente (que, aliás, nos fez subir uns 13 andares de escada-dos 15 andares do hospital), tb não sabia qual seria nosso destino. Ao final da visita, pegou nossos e-mails e falou para só sairmos de casa e voltarmos lá após recebermos um e-mail da Telma. Ah! Só pra constar nos autos essa primeira pessoa do plural ao qual me referi são 7 moças fisioterapeutas sedentas pra começar a trabalhar/estudar, mas duas já foram colocadas num setor lá.
E vc acha que eu recebi algum e-mail? Of course que not, né?
Pois bem, terça de manha, 8:30 ligo pra confirmar se não tinham mandado o tal do e-mail mesmo... Fiz isso contradizendo minhas convicções, já que sou uma pessoa que segue regras, instruções e ordens (e acredita nelas), e só iria voltar lá após receber o tal do e-mail. Por via das dúvidas, liguei lá e, após ser bem mal atendida falaram que eu tinah que estar lá! Supostamente encontraria Telma(co-coordenadora do curso) que me diria o rumo a tomar. Só que teria que estar lá em 40 minutos!! Quase humanamente impossível.. talvez se eu fosse uma X-men...
Nem tomei banho (só dei uma verificada na floribela, pq higiene é fundamental, né gente?), coloquei a mesma roupa do dia anterior que foi a primeira no meu campo de visão, peguei o jaleco, esteto, alguma plata e saí correndo como se fosse caso de vida ou morte!
Cheguei lá em 50 e poucos minutos,e quem disse que achei a tal da Telma? ha-ha-ha... esse foi só o ínico do descaso... Lá estava a outra ovelha, Cibele (que, aliás, foi enviada para um setor que inexiste!). Esperamos a Telma o dia inteiro e nada... Quarta, voltamos lá com a mesma promessa de encontrar Telma.. tadinha da gente...
Mas como esperança é a ultima que morre (e tb pq ficamos sabendo que o professor do setor em que nos encontrávamos passaria por lá à tarde), continuamos lá, firmes, fortes e bem frustradas... Atendemos uma paciente lá. Mas o setor já tem 4 fisios (que estavam de olho na nossa mão-de-obra, e que iniciaram esse curso em agosto passado), pra 4 ou 5 pacientes, ou seja, setorzinho pra lá de parado...
O professor chega, um cara super animado, e já pergunta de cara quem a gente era. Liga imediatamente pra Telma e fala "Tenho duas ovelhas desgarradas por aqui, o que faço?" E Telma promete ir lá pra conversar.
Só uma passagem, pra vcs terem a noção da minha frustração: estava eu sentada no corredor, eis que sentam ao meu lado 3 rapazes futuros doutores (2 bem simpáticos e um japa-ou seja, 2 moços simpáticos), tentam puxar assunto comigo ao acharem uma chave perdida numa das cadeiras e o que eu faço? Pego a chave, resmungo algo e nada... Semi-morta!! Que horror! Nada eu... mas enfim...
Pulando várias partes: Telma apareceu e disse que não temos setor! Tem mais gente aprovada na especialização do que vagas! Olha que beleza, hein? Pontinho bem do negativo pra coordenação do curso! Deram de 1000 na tia Con! Nesse meio tempo o diretor do curso tb deu um perdido em nós... Duas trouxas...
Em suma, um passa a bola pro outro, e é a gente que tem que tentar resolver o problema!
Estamos totalmente desamparadas... isso me leva à história/definição do "desamparo" que ouvi de um professor de geometria lá do Band, em meu remoto 1° colegial, e que alguns já ouviram de minha pessoa, mas vale postar.
Para definir desamparo, um cientista fez uma experiência: colocou um cachorro numa caixa. Essa caixa, por sua vez, era continha uma divisória e sua base tinha um mecanismo que dava choque. Pois bem, colocado o cão num lado da caixa, o Telmo (nome que dei ao cientista) dava um tempo e ligava o choque. O cão eletrocutado, pulava para o outro lado da caixa e lá se via livre de tal desconforto. Telmo, então, dava mais um tempo e ligava o choque novamente. O cão, em sua sapíência canina, pulou para o outro lado, onde se via novamente livre do choque. E assim foi sucessivamente, até que uma hora, o cão parou de pular de um lado pro outro feito um jegue (já que ele era um cão!). O que ocorrera com nosso amigo canino? Ficara desamparado... pq qualquer que fosse sua atitude, qualquer lado que estivesse da caixa, o maldito choque estaria presente... Ele, encontrava-se, então, desamparado... Não importa o que fizesse, nada mudaria sua situação e ele desistiu de pular que nem trouxa...
Eu cansei de pular. Vou aguardar um e-mail até terça que vem... caso não venha (e vejo alta probabilidade nisso acontecer), vou me retirar (ou tentar, pq ainda não sei se é possivel, nem o que seria necessario para tanto) desse curso.
Isso mostra o despreparo, a má fé, falta de ética e profissionais que só visam o lucro (que, aliás, ficamos sabendo que essa é a fama do curso em questão). Uma falta de respeito para com os alunos e para com a instituição... Isso pq estamos falando de uma Unifesp, e não de uma UniOitoemeio (que deve ser mais organizado que isso, diga-se de passagem). Frustração... essa foi a palavra que definiu minha semana...
Quem sabe às vezes não era pra ser, e algo melhor/diferente/surpreendente está para acontecer... Recebi hoje um e-mail para inscrição da pós que queria fazer desde o ano passado. Quem sabe foi um sinal? Ou não...
Segunda, metrô deu uns migués, acabei chegando ao Hospital SP (lar da Unifesp, que até então prometia ser meu segundo lar durante esse ano, ou primeiro) exatos 8:04! Primeiro dia é sempre uma lenga-lenga sem tamanho e enrolação de praxe... A fulana que mostrou o hospital pra gente (que, aliás, nos fez subir uns 13 andares de escada-dos 15 andares do hospital), tb não sabia qual seria nosso destino. Ao final da visita, pegou nossos e-mails e falou para só sairmos de casa e voltarmos lá após recebermos um e-mail da Telma. Ah! Só pra constar nos autos essa primeira pessoa do plural ao qual me referi são 7 moças fisioterapeutas sedentas pra começar a trabalhar/estudar, mas duas já foram colocadas num setor lá.
E vc acha que eu recebi algum e-mail? Of course que not, né?
Pois bem, terça de manha, 8:30 ligo pra confirmar se não tinham mandado o tal do e-mail mesmo... Fiz isso contradizendo minhas convicções, já que sou uma pessoa que segue regras, instruções e ordens (e acredita nelas), e só iria voltar lá após receber o tal do e-mail. Por via das dúvidas, liguei lá e, após ser bem mal atendida falaram que eu tinah que estar lá! Supostamente encontraria Telma(co-coordenadora do curso) que me diria o rumo a tomar. Só que teria que estar lá em 40 minutos!! Quase humanamente impossível.. talvez se eu fosse uma X-men...
Nem tomei banho (só dei uma verificada na floribela, pq higiene é fundamental, né gente?), coloquei a mesma roupa do dia anterior que foi a primeira no meu campo de visão, peguei o jaleco, esteto, alguma plata e saí correndo como se fosse caso de vida ou morte!
Cheguei lá em 50 e poucos minutos,e quem disse que achei a tal da Telma? ha-ha-ha... esse foi só o ínico do descaso... Lá estava a outra ovelha, Cibele (que, aliás, foi enviada para um setor que inexiste!). Esperamos a Telma o dia inteiro e nada... Quarta, voltamos lá com a mesma promessa de encontrar Telma.. tadinha da gente...
Mas como esperança é a ultima que morre (e tb pq ficamos sabendo que o professor do setor em que nos encontrávamos passaria por lá à tarde), continuamos lá, firmes, fortes e bem frustradas... Atendemos uma paciente lá. Mas o setor já tem 4 fisios (que estavam de olho na nossa mão-de-obra, e que iniciaram esse curso em agosto passado), pra 4 ou 5 pacientes, ou seja, setorzinho pra lá de parado...
O professor chega, um cara super animado, e já pergunta de cara quem a gente era. Liga imediatamente pra Telma e fala "Tenho duas ovelhas desgarradas por aqui, o que faço?" E Telma promete ir lá pra conversar.
Só uma passagem, pra vcs terem a noção da minha frustração: estava eu sentada no corredor, eis que sentam ao meu lado 3 rapazes futuros doutores (2 bem simpáticos e um japa-ou seja, 2 moços simpáticos), tentam puxar assunto comigo ao acharem uma chave perdida numa das cadeiras e o que eu faço? Pego a chave, resmungo algo e nada... Semi-morta!! Que horror! Nada eu... mas enfim...
Pulando várias partes: Telma apareceu e disse que não temos setor! Tem mais gente aprovada na especialização do que vagas! Olha que beleza, hein? Pontinho bem do negativo pra coordenação do curso! Deram de 1000 na tia Con! Nesse meio tempo o diretor do curso tb deu um perdido em nós... Duas trouxas...
Em suma, um passa a bola pro outro, e é a gente que tem que tentar resolver o problema!
Estamos totalmente desamparadas... isso me leva à história/definição do "desamparo" que ouvi de um professor de geometria lá do Band, em meu remoto 1° colegial, e que alguns já ouviram de minha pessoa, mas vale postar.
Para definir desamparo, um cientista fez uma experiência: colocou um cachorro numa caixa. Essa caixa, por sua vez, era continha uma divisória e sua base tinha um mecanismo que dava choque. Pois bem, colocado o cão num lado da caixa, o Telmo (nome que dei ao cientista) dava um tempo e ligava o choque. O cão eletrocutado, pulava para o outro lado da caixa e lá se via livre de tal desconforto. Telmo, então, dava mais um tempo e ligava o choque novamente. O cão, em sua sapíência canina, pulou para o outro lado, onde se via novamente livre do choque. E assim foi sucessivamente, até que uma hora, o cão parou de pular de um lado pro outro feito um jegue (já que ele era um cão!). O que ocorrera com nosso amigo canino? Ficara desamparado... pq qualquer que fosse sua atitude, qualquer lado que estivesse da caixa, o maldito choque estaria presente... Ele, encontrava-se, então, desamparado... Não importa o que fizesse, nada mudaria sua situação e ele desistiu de pular que nem trouxa...
Eu cansei de pular. Vou aguardar um e-mail até terça que vem... caso não venha (e vejo alta probabilidade nisso acontecer), vou me retirar (ou tentar, pq ainda não sei se é possivel, nem o que seria necessario para tanto) desse curso.
Isso mostra o despreparo, a má fé, falta de ética e profissionais que só visam o lucro (que, aliás, ficamos sabendo que essa é a fama do curso em questão). Uma falta de respeito para com os alunos e para com a instituição... Isso pq estamos falando de uma Unifesp, e não de uma UniOitoemeio (que deve ser mais organizado que isso, diga-se de passagem). Frustração... essa foi a palavra que definiu minha semana...
Quem sabe às vezes não era pra ser, e algo melhor/diferente/surpreendente está para acontecer... Recebi hoje um e-mail para inscrição da pós que queria fazer desde o ano passado. Quem sabe foi um sinal? Ou não...
domingo, 13 de abril de 2008
Resumo da semana que passou
Após 4 meses em estado de torpor, coma vigil, depressão pós-faculdade, lamentações e ócio quase destrutivo, essa semana foi para rever as amigas e botar a papaiada (pra quem não sabe papaiada=junção de papos/assuntos) em dia!
Terça peguei meu diploma e pude rever Ana Pri (frô cherosa do meu jardim sem borboletas) lá na PUC I. Nos divertimos muitíssimo e promessas sobre fantasias e encontros periódicos foram feitas (nada sexual, pelamor... fantasias de festa à fantasia, e encontros pra botar o papo em dia).
Não pude rever outras frores não menos importantes no meu core: N, Chel e Furla. Mas pelo menos falamos por telefone (nem quero ver a conta do celular esse mês)
Saindo de lá, fui rever as vizis (Stelinha e rê) que ainda me proporcionaram abrigo e leito para o meu pernoite campineiro. Rumamos para o pagodinho que teve lá, e pude rever minha frores da 34 e da 32: Amanda folgada, Hanninha, Nat, Jú, Danete e Tainha.
Quarta foi a vez da dona Lívia! Amiga de anos (quase prima) e encontro que marcou a entrega oficial do convite do casamento do Marcos (meu irmão, pros mais desavisados).
Sexta revi Milenka! Minha amiga da Austrália!! Saudades daquela terra e saudades dessa doida! Fomos ao Outback, matar sôdade da Aussie e comer móóóito!
Tem que constar nos autos: demorei uma hora pra chegar no shopping eldorado... Rebouças “tava um nó” como diria Astrid no Happy Hour da GNT com aquele sotaque carioca (Aliás, Astrid não apresenta mais o programa... )
Ela disse que vai me apresentar ao primo! Não a Astrid, a Milenka. O rapaz chama Gui, faz engenharia ambiental... segundo ela, ela adoraria me ter na família! Quando eu digo que sou xonante (abreviação de apaixonante) tem gente que duvida, hahahaha Vamos ver se desse mato sai cachorro...
Não muito longe no tempo, mas sim no espaço, e no espaço cibernético, encontrei Marissa (amiga de faculdade, que dança e vive na Terra da Uva, vulga Jundiaí), que quer me apresentar o irmão que tá solteiro. Aliás, Marissa tem um projeto/ plano/missão, sei lá o que é “A Fer tem que namorar” (abrirei um post sobre isso qualquer hora dessas).
Essa semana serviu pra algo muito importante, talvez tenha sido a divisora de águas: superei/aceitei o “trauma” do fim da melhor fase de nossas vidas, vulga faculdade (pelo menos na minha foi, por enquanto, né?), cicatrizei e to pronta pra vida nova! Demorou, eu sei...mas antes tarde do que mais tarde, né? Também pude reparar que estou um tanto mais acertiva, levemente intolerante com algumas coisas, por vezes direta demais ou ríspida (pra não dizer grossa) e, atrevo-me a dizer, formada (ou pelo menos com uma base deveras concreta de um inpício de formação). Continuo igual, mas diferente, deu pra entender?
Terça peguei meu diploma e pude rever Ana Pri (frô cherosa do meu jardim sem borboletas) lá na PUC I. Nos divertimos muitíssimo e promessas sobre fantasias e encontros periódicos foram feitas (nada sexual, pelamor... fantasias de festa à fantasia, e encontros pra botar o papo em dia).
Não pude rever outras frores não menos importantes no meu core: N, Chel e Furla. Mas pelo menos falamos por telefone (nem quero ver a conta do celular esse mês)
Saindo de lá, fui rever as vizis (Stelinha e rê) que ainda me proporcionaram abrigo e leito para o meu pernoite campineiro. Rumamos para o pagodinho que teve lá, e pude rever minha frores da 34 e da 32: Amanda folgada, Hanninha, Nat, Jú, Danete e Tainha.
Quarta foi a vez da dona Lívia! Amiga de anos (quase prima) e encontro que marcou a entrega oficial do convite do casamento do Marcos (meu irmão, pros mais desavisados).
Sexta revi Milenka! Minha amiga da Austrália!! Saudades daquela terra e saudades dessa doida! Fomos ao Outback, matar sôdade da Aussie e comer móóóito!
Tem que constar nos autos: demorei uma hora pra chegar no shopping eldorado... Rebouças “tava um nó” como diria Astrid no Happy Hour da GNT com aquele sotaque carioca (Aliás, Astrid não apresenta mais o programa... )
Ela disse que vai me apresentar ao primo! Não a Astrid, a Milenka. O rapaz chama Gui, faz engenharia ambiental... segundo ela, ela adoraria me ter na família! Quando eu digo que sou xonante (abreviação de apaixonante) tem gente que duvida, hahahaha Vamos ver se desse mato sai cachorro...
Não muito longe no tempo, mas sim no espaço, e no espaço cibernético, encontrei Marissa (amiga de faculdade, que dança e vive na Terra da Uva, vulga Jundiaí), que quer me apresentar o irmão que tá solteiro. Aliás, Marissa tem um projeto/ plano/missão, sei lá o que é “A Fer tem que namorar” (abrirei um post sobre isso qualquer hora dessas).
Essa semana serviu pra algo muito importante, talvez tenha sido a divisora de águas: superei/aceitei o “trauma” do fim da melhor fase de nossas vidas, vulga faculdade (pelo menos na minha foi, por enquanto, né?), cicatrizei e to pronta pra vida nova! Demorou, eu sei...mas antes tarde do que mais tarde, né? Também pude reparar que estou um tanto mais acertiva, levemente intolerante com algumas coisas, por vezes direta demais ou ríspida (pra não dizer grossa) e, atrevo-me a dizer, formada (ou pelo menos com uma base deveras concreta de um inpício de formação). Continuo igual, mas diferente, deu pra entender?
sábado, 12 de abril de 2008
Ahá! I'm back!!
Cá estou eu, de volta aos meus relatos [espaço para um adjetivo]... Bom, não sei adjetivá-los, só sei que são meus. Alguns me fizeram bem ao serem exteriorizados e alguns fizeram pessoas rirem. Ao reler alguns, vi que estes são meio toscos, por vezes confusos, cheios de “sei lá”, “whatever”, eita fase! Além de terem acompanhado meu fanatismo plus pelo tricolor, que hoje, tenho que admitir, não é o mesmo (fiquei saudosista agora...). Mas, tenho absoluta certeza que quando foram postados fizeram o maior sentido! So, no regrets...
E esse nome, Maria Fernanda? Bom, “Quando namorar engorda e comer emagrece” foi um nome que surgiu durante um período de ócio criativo e reflexões da minha vida e das vidas alheias (ou nem tanto)... Seria o nome do livro que eu comecei a escrever, mas começou a ficar meio enrolado, então já sabem... tinha que colocar um nome na bagaça, já tinha um nome, e junte 2+2 que chegaremos ao fim da equação.
O blog (ou bololog, como eu chamava para os íntimos) toma lugar do finado zinii, que continua no ar, mas que perdi, pq fiquei mais de 90 dias sem atualizar (pra não dizer 1 ano e meio). E não vou pagar para tê-lo de volta se posso ter um bololog free, não é mesmo minha gente?
Algo, que podemos chamar de triste, ocorreu ao ver que não poderia mais utilizar o Zinii: que eu não o utilizei quando eu poderia tê-lo feito! Meu último ano de faculdade, deprê pós-faculdade, paixonites e peripécias únicas, minha viagem pra Austrália (que contei por e-mails diários-ou quase- para os mais chegados, e que foram muito elogiados, além de ganharem fama fora do grupo que os recebia), amizades feitas, amizades desfeitas, inquietações, decepções, formatura, visitas à Jaú... afff, que horror Maria Fernanda! Pontinho negativo!!
Não sei se vou compensá-los, também não sei se vou lembrar de todas as histórias perdidas nos autos, mas estarão eternamente na memória (a não ser que eu tenha Alzhaimer no futuro), na minha e espero que daqueles que compartilharam tais experiências (a não ser que eles tb tenham Alzhaimer). Mas como diz o Rei “Eu voltei, e agora é pra ficar”. Vamos ver até quando... Voltei, pois nesses meus 4 meses de férias “forçadas”, li alguns blogs e bateu sôdade (lê-se “saudade”). Além disso, é um modo das minhas frores e meus amigos poderem saber da Fê sem terem que me ligar ou algo do tipo (o que já fazem sem esforço algum, hahahha).
Também me motivei porque segunda minha vida muda! Agora fisioterapeuta, de volta pra casa após 5 anos vivendo no meu (e só meu) lar, segunda inicio minha especialização. E digo pra vcs: to com um feeling que essa vai dar pano pra manga! Ou letra pra história, ou lã pro tricô, linha pra pipa, e segue o raciocínio.
Pelo visto, se vc chegou até aqui, viu que minha mania de enrolar e escrever (tendo a recíproca como verdadeira) juntando com a mania de parênteses, não mudou muito (aliás, tem um história boa sobre isso). Se vc não me conhece e entrou aqui, e for charmoso, engraçado, simpático, me liga, manda um e-mail, scrap, sinal de fumaça! [piscadela marota, com leve inclinação da cabeça]
Pra quem não lembra, ou ou quer matar saudade do finado zinii e quiser reler algum post que vale mais que água de salsicha, pode ver os seguintes posts:
15 de julho de 2005- Final da Libertadores
28 de fevereiro de 2004 -Apaixonada pelo fígado (o pior é que eu não lembro! Que chato!)
Os outros, passem reto, por favor! (principalmente o primeiro post tosco da página, que tenho certeza que agora vão ler!)
E esse nome, Maria Fernanda? Bom, “Quando namorar engorda e comer emagrece” foi um nome que surgiu durante um período de ócio criativo e reflexões da minha vida e das vidas alheias (ou nem tanto)... Seria o nome do livro que eu comecei a escrever, mas começou a ficar meio enrolado, então já sabem... tinha que colocar um nome na bagaça, já tinha um nome, e junte 2+2 que chegaremos ao fim da equação.
O blog (ou bololog, como eu chamava para os íntimos) toma lugar do finado zinii, que continua no ar, mas que perdi, pq fiquei mais de 90 dias sem atualizar (pra não dizer 1 ano e meio). E não vou pagar para tê-lo de volta se posso ter um bololog free, não é mesmo minha gente?
Algo, que podemos chamar de triste, ocorreu ao ver que não poderia mais utilizar o Zinii: que eu não o utilizei quando eu poderia tê-lo feito! Meu último ano de faculdade, deprê pós-faculdade, paixonites e peripécias únicas, minha viagem pra Austrália (que contei por e-mails diários-ou quase- para os mais chegados, e que foram muito elogiados, além de ganharem fama fora do grupo que os recebia), amizades feitas, amizades desfeitas, inquietações, decepções, formatura, visitas à Jaú... afff, que horror Maria Fernanda! Pontinho negativo!!
Não sei se vou compensá-los, também não sei se vou lembrar de todas as histórias perdidas nos autos, mas estarão eternamente na memória (a não ser que eu tenha Alzhaimer no futuro), na minha e espero que daqueles que compartilharam tais experiências (a não ser que eles tb tenham Alzhaimer). Mas como diz o Rei “Eu voltei, e agora é pra ficar”. Vamos ver até quando... Voltei, pois nesses meus 4 meses de férias “forçadas”, li alguns blogs e bateu sôdade (lê-se “saudade”). Além disso, é um modo das minhas frores e meus amigos poderem saber da Fê sem terem que me ligar ou algo do tipo (o que já fazem sem esforço algum, hahahha).
Também me motivei porque segunda minha vida muda! Agora fisioterapeuta, de volta pra casa após 5 anos vivendo no meu (e só meu) lar, segunda inicio minha especialização. E digo pra vcs: to com um feeling que essa vai dar pano pra manga! Ou letra pra história, ou lã pro tricô, linha pra pipa, e segue o raciocínio.
Pelo visto, se vc chegou até aqui, viu que minha mania de enrolar e escrever (tendo a recíproca como verdadeira) juntando com a mania de parênteses, não mudou muito (aliás, tem um história boa sobre isso). Se vc não me conhece e entrou aqui, e for charmoso, engraçado, simpático, me liga, manda um e-mail, scrap, sinal de fumaça! [piscadela marota, com leve inclinação da cabeça]
Pra quem não lembra, ou ou quer matar saudade do finado zinii e quiser reler algum post que vale mais que água de salsicha, pode ver os seguintes posts:
15 de julho de 2005- Final da Libertadores
28 de fevereiro de 2004 -Apaixonada pelo fígado (o pior é que eu não lembro! Que chato!)
Os outros, passem reto, por favor! (principalmente o primeiro post tosco da página, que tenho certeza que agora vão ler!)
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